quinta-feira, 19 de julho de 2007

Mas o teu amor me cura...

Eu prometi pra uma pessoa, e inclusive ja falei pra ela, que eu tenho uma coisa pra escrever sobre ela aqui. Mas o que eu escrevi não ficou tão bonito. Vou melhorar e depois escrevo.



Eu queria poder escrever sobre o acidente da TAM, mas eu estaria sendo vaga. Não teria palavras pra expresar uma coisa que não senti.



Não preciso atualizar isso aqui, como disse um amigo meu: É SEU! FAZ O QUE C QUISER!

Mas eu tenho que deixar alguns amigos a par do que eu tô pensando e do que ta acontecendo cmg.



Aproveito pra lembrar que ninguem ta ligando pro PAN no Brasil, acho que só eu, meus irmãos menores e minha prima! hehehehehe.



É por isso que eu vou escrever a letra de uma música pra uma pessoinha que me é muito especial, e ele se fosse ler isso aqui, coisa que ele não faz, lembraria, ou não, do que a música significa. Mas a letra é linda e tem tudo a ver cmg!


Tudo bem
- Lulu Santos / Nelson Motta -

Já não tenho dedos pra contar
De quantos barrancos despenquei
E quantas pedras me atiraram
Ou quantas atirei
Tanta farpa tanta mentira
Tanta falta do que dizer
Nem sempre é "so easy" se viver

Hoje eu não consigo mais lembrar
De quantas janelas me atirei
E quanto rastro de imcompreensao
Eu já deixei
Tantos bons quanto maus motivos
Tantas vezes desilusao
Quase nunca a vida é um balao

Mas o teu amor me cura
De uma loucura qualquer
É encostar no seu peito
E se isso for algum defeito
Por mim tudo bem

Já não tenho dedos pra contar
De quantos barrancos despenquei
E quantas pedras me atiraram
Ou quantas atirei
Tanta farpa tanta mentira
Tanta falta do que dizer
Nem sempre é "so easy" se viver

Mas o teu amor me cura
De uma loucura qualquer
E' encostar no teu peito
E se isso for algum defeito
Por mim tudo bem
Tudo bem, tudo bem

Mas o teu amor me cura
De uma loucura qualquer
É encostar no teu peito
E se isso for algum defeito
Por mim tudo bem
Tudo bem, tudo bem

terça-feira, 3 de julho de 2007

Amor igual ao seu...

Amor igual ao seu eu nunca mais terei... Ja dizia a letra do Cidade Negra. Mas porque a gente as vezes sente isso? Que o último será o último e que ninguem ocupará aquele lugar?

Não entendo porque dessa sensação de "nunca mais sentirei isso por ninguem..." Se algum tempo depois aparece alguem novo e "pluft"! As borboletas vem visitar nossa barriga mais uma vez. Tô escrevendo de improviso, porque o André disse que eu não me renovo. Não escrevo aqui ha muito tempo. Lembrei que me deu vontade de escrever depois de lembrar da letra dessa música. "PORQUE NÃO ESCREVER SOBRE RELAÇÕES HUMANAS?" Coisinha mais manjada eu sei... Sobre meu olhar, claro... Dificilmente alguem vai levar meus pensamentos a sério. Mas eu espero divertir alguem, ou fazê-los pensar um pouco. Afinal, se eu quisesse guardar todo meu conhecimento pra mim, eu não teria um blog. O que é fato... Aletradessa música taparecendo fazer sentido pra mim,mas não faz. Ou não... Cada um é único, né? Então aquele amor que eu senti ou sinto por aquele cidadão, é um amor que eu nunca mais terei... é o amor que nãose mede e não se REPETE...



Eu ja escrevi muita bobagem. Concorda? O que importa mesmo é que eu voltei a escrever, mas não vou postar tudo de uma vez pra vcs. Amanhã eu trago o que eu escrevi de punho mesmo (prefiro assim, acho que é o costume, e as idéias saem mais bem planejadas).



Por agora eu deixo a letra da música, que não sai da minha cabeça.



[]'s


Cidade Negra - Onde você mora?

Amor igual ao teu
Eu nunca mais terei
Amor que eu nunca vi igual
Que eu nunca mais verei

Amor que não se pede
Amor que não se mede
Que não se repete
Amor que não se pede
Amor que não se mede
Que não se repete

Você vai chegar em casa
Eu quero abrir a porta
Aonde você mora
Aonde você foi morar
Aonde foi
Não quero estar de fora
Aonde esta você
Eu tive que ir embora
Mesmo querendo ficar
Agora eu sei
Eu sei que eu fui embora
Agora eu quero você
De volta pra mim
Amor igual ao teu
Eu nunca mais terei

Amor que eu nunca vi igual
Que eu nunca mais verei

Amor que não se pede
Amor que não se mede
Que não se repete
Amor que não se pede
Amor que não se mede
Que não se repete
Amor igual ao teu
Eu nunca mais terei

Amor que eu nunca vi igual
Que eu nunca mais verei